15 de julho de 2010

«Quando orardes, dizei» [Lc 11,2]






Tempo de saborear e contemplar

Lucas 11,1-13
  • Senhor, ensina-nos a rezar
  • Na intimidade de Jesus com o Pai
  • Características específicas de Lucas
  • Uma única oração
  • Desejar o Reino de Deus
  • Pedir a Deus o essencial
  • Pedir o perdão
  • Não ser exposto à tentação
  • Pedi e dar-se-vos-à; batei e abrir-se-vos-à

Lucas 11,5-13 e 18,1-8
  • Pedir o Espírito Santo
  • A necessidade de rezar constantemente
  • Manter-se firme na provação e continuar a acreditar
  • Meu Deus, tende piedade de mim que sou pecador

Lucas 18,9-14
  • Justificado por Deus

Tempo de escuta interior
Tornar-se filho… e irmãos — As palavras de Jesus, ao fio das parábolas, ensinam-me a rezar. Ensinam-me a confiança na oração. Ensinam-me a perseverança, mais forte que a fadiga ou a dúvida. Fazem nascer em mim o desejo de me tornar filho ou filha de Deus e, portanto, irmão de cada um e de todos. Fazem-me descobrir a importância do Espírito Santo. Para que os meus projectos e as minhas expectativas correspondam cada vez mais ao desígnio de Deus.

O Pai-nosso ilumina-se assim diante de uma nova claridade. Porque não nos tornamos justos graças aos nossos méritos, mas reconhecendo a nossa condição de pecadores, eu dou graças ao Filho por me conceder entrar na intimidade que o une ao seu Pai. Com confiança e verdade, posso dizer: Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador.
«Deus, observa o Irmão Léon, reclama o nosso esforço e a nossa fidelidade.
– Sim, sem dúvida, responde Francisco. Mas a santidade não é uma realização de si mesmo, nem uma plenitude que damos a nós próprios. É antes de mais um vazio que descobrimos e que aceitamos e que Deus vem preencher na medida em que nos abrimos à sua plenitude. A nossa insignificância, vê lá tu, se a aceitamos, pode tornar-se espaço livre onde Deus pode criar». [Éloi Leclerc, Sagesse d’un pauvre, Éditions Franciscaines, Paris 1984, p 114].

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